quarta-feira, 14 de julho de 2010

PEDÁGIO UM ABUSO EM TODO ESTADO


 PRECISAMOS REVISAR A QUESTÃO DOS  PEDÁGIOS


Uma palavra resume o tema pedágio:“ABSURDO”. A população de Indaiatuba vem acompanhando a novela do pedágio em nossa cidade. O governo criou o IPVA, para ajudar na manutenção de estradas, e insatisfeitos com a arrecadação foi  abrindo concessões  por todo o estado sem nenhuma regulamentação satisfatória para as propostas dos usuários.  Acabou virando uma renda milionária para as concessionárias, que abusam do poder de administração. A  Artesp (Agência Reguladora de Transportes Públicos de São Paulo não deu nenhuma solução para o problema, e o pior ficou assistindo o aumento da tarifa que hoje em Indaiatuba chega a quase R$ 10 reais. Se você indaiatubano escolher a rota de desvio tudo bem, mas pode até ser assaltado por motivos de falta de segurança. Para chegar a capital paulista são três, R$ 22 reais você têm que desembolsar, isso só para ir. Estive conversando com o nosso candidato ao governo do estado Geraldo Alckmin, que assumiu o compromisso de campanha, de corrigir a injustiça  que ocorre na praça de pedágio aqui em nossa região. Segundo Alckmin, “o caso de Indaiatuba é abusivo, temos que encontrar uma solução”, declarou. Como agente político em nossa cidade, reinvidicarei ações efetivas para solucionar a questão do pedágio. Precisamos crescer economicamente, mas não podemos deixar de respeitarmos os nossos contribuintes que em geral já pagam taxas e tributos abusivos por todo país.                                                                                                                                                                                                                                                    EMANOEL MESSIAS SILVA DOS SANTOS
            Presidente do PHS - Partido Humanista da Solidariedade
            e Candidato a Deputado Federal

segunda-feira, 31 de maio de 2010

PROPOSTAS DE EMANOEL PARA INDAIATUBA

EM 2006, EMANOEL AJUDOU O MUNICÍPIO COM VÁRIAS PROPOSTAS

As sugestões que Emanoel Messias Santos, defendeu durante anos, e principalmente na campanha eleitoral de 2006, deixou claro que mesmo não sendo eleito, teve suas sugestões aprovadas pela administração municipal. Com uma posição política independente, Emanoel apresentou várias sugestões, que foram adotadas. Foi de suma importância para o desenvolvimento da cidade, dando um grande salto de investimentos através do governo Federal. Foram investimentos de grande importância e necessidade, sugestões indicadas quando Emanoel, ainda era membro do PT de Indaiatuba, e depois deu continuidade quando passou para o Partido Humanista da Solidariedade-PHS, onde continua filiado. A eleição de 2006, foi sim um marco, representou uma experiência inédita para Emanoel. Pela primeira vez candidato á deputado federal, fez uma campanha conhecida como tostão contra o milhão, e percebeu que poderia ser útil a comunidade, contou com ajuda da imprensa local, lançando suas sugestões. Sugestões que receberam apoio de parlamentares na Câmara municipal e de toda sociedade indaiatubana. Resultado foi a concretização de um sonho e da conquista de um grande objetivo. "Ajudar o município !"


OBRAS PÚBLICAS - Desde 2004, Emanoel afirmou a necessidade e importância de dar início as obras de Enchentes nos Bairros Cidade Nova e Jardim Califórnia. Investimento esse que foi mantido pelo município e governo federal. Foram gastos mais de 55 milhões de reais.
ESPORTES - Outro projeto importante foi a vinda do Projeto Segundo Tempo do governo federal, que aumentou o tempo dos alunos da rede pública, criando oportunidades e incentivando a prática do esporte.
RECEITA FEDERAL - Outra sugestão, foi a implantação do Posto da Receita Federal.
POSTO DA POLÍCIA FEDERAL - Sugestão protocolada em Brasília.
FUNCIONALISMO PÚBLICO - Plano de carreira e melhores condições de trabalho, e luta de equiparação salarial.
SAÚDE - Ampliação do hospital municipal.
COMÉRCIO - Apoio ao comércio local votando medidas e propostas de incentivo ao crescimento das vendas. Revisão do sistema de liberação de uso de solo público. Policiamento comunitário nas ruas de maior movimento comercial. Reestruturação da zona azul, considerando a opinião dos comerciantes envolvidos.
HABITAÇÃO - Construção de moradias populares através dos governos estadual e federal considerando a capacidade de fornecimento de água tratada e saneamento básico.

Essas são algumas das sugestões que veio colaborar para o crescimento de nossa cidade, como também outras que nossos legisladores indicaram para Indaiatuba. Lembrando que é a soma de representantes do Legislativo e iniciativas da própria população, assim colocando a cidade como padrão de desenvolvimento nacional.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

SISTEMA PRISIONAL NÃO FUNCIONA


Sistema prisional não funciona, admite Cezar Peluso

O ministro do Supremo Tribunal Federal(STF) Cezar Peluso disse essa semana que "nitidamente, o sistema prisional não funciona" e que "é preciso encontrar alternativas a ele".
A afirmação foi feita durante 12º Congresso das Nações Unidas sobre Prevenção ao crime e Justiça Criminal, realizado em Salvador.
"Os Estados, sobretudo os da América Latina, não têm condições de responder às demandas de dignidade humana dos presos, e as prisões não só não conseguem ressocializar os presos, como, muitas vezes, o preso sai muito pior do que entrou", disse.
"Há certos casos em que o que se faz ao preso é um crime contra o cidadão. Os Estados precisam encontrar alternativas à prisão, de acordo com suas características, seus recursos e sua realidade."
Peluso preside o Comitê Permanente da América Latina para Revisão e Atualização das Regras Mínimas das Nações Unidas para o Tratamento de Presos. O grupo tem como objetivo levantar propostas para a melhoria dos sistemas penais dos países da Organização das Nações Unidas (ONU) - que seguem uma resolução aprovada na primeira edição do congresso que ocorre em Salvador, há 60 anos. "Nosso foco é a criação de uma comissão na ONU, que aprove uma convenção internacional sobre o tema", disse.

O ministro, que assume dia 23 a presidência do STF, afirmou que o monitoramento eletrônico de presos "é uma opção que está sendo estudada" e que a questão da progressão de penas "é um problema secundário nesse contexto". Peluso não quis comentar o caso do acusado de seis homicídios em Luziânia (GO), que teria cometido os crimes após obter o benefício da progressão de pena - mesmo tendo contra si laudos atestando sua incapacidade de convívio em sociedade. "O caso pode, eventualmente, ser tema de análise do Supremo", justificou.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Aumento da violência em todo o país

O BRASIL CRESCE ECONOMICAMENTE, 
MAS A VIOLÊNCIA AUMENTA EM TODO O PAÍS

Aumento do crime organizado e falta de políticas públicas agravam o setor


A situação de segurança é o exemplo mais evidente na falta de políticas públicas no Brasil. O país que cresce economicamente e vive os primeiros meses de 2010, com índices alarmantes de latrocínios, furtos e homicídios que não recuam. Criamos um país campeão de impunidade, principalmente com o número elevado na corrupção. E o pior que muitos empresários criaram uma corrente que alimenta o crime organizado. Esses empresários corruptos aproveitam da falta de fiscalização do poder público e se acham intocáveis perante as leis. Parte de nossa sociedade fica refém desses infratores, que acham que o crime compensa e vive de sua exploração. Exemplo disso: é o roubo de carga que vem se alastrando por todo o país. Muitos empresários de vários setores: alimentícios, farmacêuticos, autos peças e outras variedades de serviços compram por menos da metade dos preços e revendem no mercado brasileiro. Como qualquer remédio que tem a finalidade de curar, o crime deve ser combatido desde o início em suas bases, com políticas públicas voltadas a educação e projetos sociais que atinjam as crianças e nossos adolescentes. Lembramos que cuidar de nossos delinqüentes já adultos pode ser um trabalho muito difícil, porém cuidando de nossas crianças estaremos melhorando a sociedade futura.

EMANOEL MESSIAS SANTOS

quarta-feira, 10 de março de 2010

DECRETADA PRISÃO DE VEREADOR ACUSADO DE CORRUPÇÃO PASSIVA


 DECRETADA PRISÃO DE VEREADOR ACUSADO DE CORRUPÇÃO PASSIVA

O juiz Anderson Candiotto, designado para a Vara Única da Comarca de Marcelândia (710 km ao norte de Cuiabá), decretou na noite de terça-feira (9 de fevereiro) a prisão preventiva do vereador Ervino Kovaleski (PPS) pela suposta prática dos crimes de formação de quadrilha e corrupção passiva. Segundo o magistrado, da análise dos autos foi possível constatar fortes indícios de que o parlamentar, desde quando eleito para o mandato 2009/2010, vem se valendo de uma suposta "neutralidade político-partidária" para vender seu apoio e voto de minerva a um dos grupos políticos de maior expressão, ora o de apoio ao prefeito ora o da oposição. O vereador deliberava favoravelmente pelo grupo que mais lhe apresentasse vantagens financeiras (Processo nº 171-89.2010.811.0109). Informações contidas no processo dão conta de que a Câmara Municipal é composta por nove vereadores, sendo que quatro são aliados a prefeito e quatro são oposicionistas, incumbindo ao representado o trabalho de escolher quem poderia ter maioria na condução do respectivo Poder Legislativo Municipal. O delegado de Polícia Judiciária Civil da comarca representou pela prisão preventiva do vereador salientando que estariam presentes os pressupostos, fundamentos e requisitos legais para tal tutela processual. Inclusive foi juntado aos autos o acervo probatório do inquérito policial referente ao caso. "A pretensão da autoridade policial enseja acolhida judicial, com provimento da tutela penal processual sub examine", afirmou o juiz. Na decisão, o magistrado revelou que houve quebra do sigilo e dados bancários do vereador, correspondente ao período de 1º de agosto de 2009 a 2 de fevereiro de 2010, sendo foi constatado que nesse período ele auferiu renda financeira acima daquelas legalmente declaradas, eis que sua unidade familiar possui renda mensal de aproximadamente R$ 3 mil, contudo, pela média dos demais ingressos positivos nas contas correntes investigadas, o representado possuía renda mensal de aproximadamente R$ 11.280,00. "Ou seja, ele auferia R$ 8.280,00 mensais alémdos vencimentos legalmente declarados e fatos geradores do IRPF - Imposto de Renda Pessoa Física", observou o juiz. Conforme o magistrado, tal situação financeira ocorreu exatamenteno período em que o representado "navegou"entre os dois grupos políticos, servindo o parlamentar como "trunfo" para a vitória de um daqueles nos embates travados na Câmara. "Observo que todos os vereadores ouvidos acham no mínimo estranho o fato de o representado trocar de ideologia e grupo político, por duas vezes antagônicas, em tão curto espaço de tempo, sendo que vereadores do próprio grupo de situação são plenamente favoráveis à atuação e trabalhos desenvolvidos pela polícia judiciária civil e MPE no presente caso de investigação de corrupção na Casa de Leis Marcelandense", observou. Para o juiz Anderson Candiotto, a prisão preventiva impõe-se para a garantia da ordem pública e para a conveniência da instrução criminal policial e judicial. Ele considerou que o representado teria feito vistas grossasao interesse público inerente a função de vereador eleito democraticamente pelo povo, além de obter vantagens financeiras. Confira a íntegra da decisão, que contém relatos detalhados de como o crime era praticado no município.

Corrupção passiva 
Agentes públicos como: funcionários do Executivo, Legislativo e Judiciário podem ser punidos
É um dos crimes praticados por funcionário público contra a administração em geral. Caracteriza-se pela solicitação ou recebimento, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função, ou antes, de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem. A pena prevista para este crime é de reclusão, de um a oito anos, e multa. A pena é aumentada de um terço, se, em conseqüência da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional. Se o funcionário pratica, deixa de praticar ou retarda ato de ofício, com infração de dever funcional, cedendo a pedido ou influência de outrem, a pena é de detenção, de três meses a um ano, ou multa. Veja Art. 317 do Código Penal.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

KASSAB NA MIRA DA JUSTIÇA

Kassab nega ter recebido doações ilegais e diz não temer perder mandato

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), negou neste domingo ter recebido doações ilegais na campanha de 2008 e disse não temer perder seu mandato.
"Não temo [perder o mandato]. Estou realmente confiando na Justiça, sempre confiei. E volto a afirmar que tudo foi feito corretamente."

Cassação avalia situacão desfavorável a Kassab

O juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Aloísio Silveira, cassou o mandato de Kassab e a decisão deve ser publicada no "Diário Oficial" de terça-feira. A cassação do prefeito vale oficialmente após esse ato formal.
"Essa ação já foi adotada em relação a outros candidatos e foi suspensa. Nossa confiança é que possa acontecer da parte da Justiça o mesmo encaminhamento."
Segundo ele, sua defesa irá recorrer da decisão. "Nossos advogados terão a oportunidade de expor tudo que foi feito, mais uma vez. Nossas contas já foram aprovadas pela Justiça."
Ao ser questionado sobre a influência da cassação nas eleições deste ano, Kassab disse que a decisão da Justiça não é política. "A decisão é técnica e, tecnicamente, estamos todos convencidos de que foi feito corretamente."
Em nota, a defesa do prefeito afirma que causa "perplexidade e insegurança jurídica" que assuntos e temas já decididos há tantos anos pela Justiça sejam reabertos e reinterpretados sem nenhuma base legal e contrariando jurisprudência do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
"Por esse mesmo motivo seriam cassados desde o presidente Lula até o vereador do menor município do Brasil."
Como antecipado pela Folha no último dia 3, Kassab corria o risco de ser cassado porque perícia contábil da Justiça Eleitoral apontou que 33% dos recursos arrecadados pelo prefeito no último pleito municipal tiveram origem em fontes de contribuição consideradas ilegais pelo Ministério Público.
O juiz Aloísio Silveira também já apresentou em cartório as sentenças nos processos contra a petista Marta Suplicy e o tucano Geraldo Alckmin, candidatos em 2008.
No processo contra Kassab, o promotor eleitoral Maurício Lopes acusou o prefeito de ter recebido doações ilegais da AIB (Associação Imobiliária Brasileira), de sete construtoras e do Banco Itaú --cujas contribuições somaram mais de R$10 milhões em 2008.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

TIGER WOODS

O PERDÃO DO GOLFISTA TIGER WOODS

Miami, 19 fev (EFE).- A mãe do golfista americano Tiger Woods expressou hoje na Flórida seu orgulho pela coragem mostrada por seu filho ao reconhecer em público suas "culpas e pecados" e pelo compromisso de melhorar como ser humano.
"Estou muito orgulhosa de ser sua mãe. Quando se comete um erro, a pessoa aprende com ele e volta mais forte. Ele é assim", afirmou Kultilda Woods à imprensa, após a declaração do golfista na qual se desculpou pelo "comportamento irresponsável e egoísta".
O grupo de jornalistas presentes no comparecimento de Woods divulgou os comentários nos quais Kutilda estabeleceu um paralelo entre o golfe e a aprendizagem dos próprios erros na vida.
A mãe de Woods apoiou o filho ao destacar que todos os seres humanos "têm culpas e cometem erros e pecados", mas que é preciso aprender com eles.
Ela também criticou o tratamento da imprensa a Woods. Em sua opinião, ele foi tratado como "um criminoso". "Ele não matou ninguém nem fez algo ilegal", exclamou. EFE

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Desenvolvimento do Aeroporto de Campinas

Plano Diretor de Viracopos




O Plano Diretor do Aeroporto Internacional de Viracopos/Campinas (SP), prevê o desenvolvimento de obras que permitirão, a longo prazo, atender a uma demanda de 61 milhões de passageiros por ano e um total de 570 mil operações de pouso e decolagem, considerando-se a construção da segunda pista. 
Os terminais de logística terão capacidade de processar até 720 mil toneladas de carga aérea por ano. Esse projeto tem o objetivo de transformar Viracopos no grande aeroporto da Terminal São Paulo e também da América do Sul 
A primeira fase da ampliação permitirá o atendimento de 9 milhões de passageiros por ano e deverá ser concluída até 2015. Atualmente, a Infraero desenvolve o projeto executivo da segunda pista de pousos e decolagens, principal obra da expansão, com investimentos previstos na ordem de R$ 350 milhões. 
Para a execução será necessário desapropriar uma área de 12,36 quilômetros quadrados no entorno do aeroporto, com 3.172 lotes urbanos e 88 propriedades rurais. A área foi declarada de utilidade pública através de dois decretos municipais (15.378/06 e 15.503/06). Posteriormente, em uma segunda etapa, também será desapropriada uma nova região de 6,7 quilômetros quadrados.  O valor total previsto para o pagamento das indenizações aos proprietários é de R$ 161 milhões. 
Outro importante investimento previsto para os próximos anos é a construção do módulo central do novo terminal de passageiros de Viracopos. 
As demais obras da 1ª etapa da ampliação são: área de teste de motores e inspeção de aeronaves, pátios de aeronaves, edifício para garagem e estacionamento, ampliação do sistema de terminais de cargas, implantação de um centro de manutenção, serviço de salvamento e combate a incêndio, vias de acesso internas e lotes para parque de abastecimento de aeronaves, sistemas de companhias aéreas, sistema industrial de apoio, estação de tratamento de resíduos, estação ferroviária e áreas para o aeroporto industrial.



Geração de empregos


O aeroporto gera atualmente cerca de 10 mil empregos diretos, é um dos maiores empregadores da região de Campinas. Durante as obras da primeira fase de ampliação de Viracopos deverão ser gerados cerca de 8,2 mil empregos diretos, a maioria relacionada à atividade de construção civil e engenharia. Após a conclusão das obras de ampliação e início das operações serão absorvidos aproximadamente mais 10 mil postos de trabalho totalizando cerca de 20 empregos diretos.


Infraero distribui cerca de 200 novas ações de desapropriação em Campinas


      A Infraero, juntamente com a Advocacia Geral da União (AGU) e a Prefeitura Municipal de Campinas, distribuiu cerca de 200 novas ações de desapropriação de lotes urbanos para ampliação do Aeroporto de Viracopos.  No total, já somam aproximadamente 860 processos ajuizados na Justiça Federal desde 2008, que correspondem à primeira área de 12,36 quilômetros quadrados necessários para a obra.
      Os lotes compreendidos nas novas ações estão localizados nos bairros Jardim Hangar, Jardim Califórnia, Jardim Colúmbia, Jardim Guayanila, Jardim Internacional, Jardim Interland Paulista, Jardim São Jorge, Jardim Vera Cruz, Vila Congonhas, Jardim Cidade Universitária e Parque Central de Viracopos.

      Para 2010 está prevista a continuidade das outras ações da 1º etapa, que permitirá liberação das áreas para a construção da segunda pista de pousos e decolagens. No levantamento efetuado pela Infraero, em que estão 3.172 lotes urbanos e 88 propriedades rurais, estima-se empenhar cerca de R$ 161 milhões. Em 2008, foram depositados cerca de R$ 62,4 milhões e as novas ações correspondem à cerca de R$ 9 milhões.
    A Infraero dispõe de posto de atendimento no Aeroporto Internacional de Viracopos para esclarecimento de dúvidas e demais tratativas com os proprietários. As informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3265.7166 ou pessoalmente, de segunda à sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

RECEITA FEDERAL

RECEITA FEDERAL A FACILIDADE QUE VIROU DIFICULDADE



Estive hoje dia 07 de janeiro de 2010, na agência da Receita Federal de Campinas, para uma simples consulta na rede, passei três horas na fila de espera, que durou entre ás 8h44minutos até ás 11h55minutos. E o pior de tudo que minha senha era o número 21, veja que foram três horas para chegar ao número 21, imagine você que tinha usuário com a senha número 60. Levei apenas cinco minutos para fazer a pesquisa no sistema da Receita Federal. O principal foco desta matéria, não é a questão da demora, até porque quem tem que reclamar é a população de Campinas, que é a mais afetada, estou falando como morador de Indaiatuba, a qual faz parte como muitos que encontrei hoje no prédio da receita. Alguns foram individualmente como o meu caso, outros representando escritórios de contabilidades, todos ali nessa enorme fila que atende toda a região de Campinas.


RECEITA FEDERAL DE INDAIATUBA DESATIVADA


Todos moradores de Indaiatuba que estiveram hoje na receita foram enfáticos: “Porque o atendimento não pode ser feito em Indaiatuba?”; “Tínhamos o serviço na cidade e por incrível que pareça fecharam!”; Uma cidade com quase 200 mil habitantes, terem que vir até aqui para solucionar pequenos entraves com a receita?”“.
Foram muitas reclamações que ficaram entre essas três horas, que para muitos usuários acabou se tornando normal, porém não para nós de Indaiatuba, que não entendemos até o momento porque tínhamos o serviço na cidade e perdemos por razões até hoje mal explicada.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009


UM NATAL COM MUITAS DIFERENÇAS SOCIAIS

“O Povo brasileiro ainda clama por justiça humana, porém todo poder emana de Deus”  
Foto: " Miséria no continente Africano "





Teremos no mundo muitas mesas fartas, muitos homens que deixaram á margem da pobreza, mas no entanto ainda teremos muitos desafios pela frente. O Brasil já não um país considerado subdesenvolvido, hoje somos equiparados em muitos fatores ás grandes potências mundiais. Como todo crescimento, nosso País continua enfrentando ás desigualdades sociais.  Muitos mendigos, moradores de rua, crianças abandonadas e pessoas a baixo da linha da pobreza em todo o mundo.  E não conseguimos estancar o problema, criando uma massa cada vez maior de doentes e pessoas relacionadas á saúde mental. Analisando todo esse caminho, precisamos de pessoas que tenham como maior objetivo a necessidade de acolher e dirigir projetos e processos sociais que amenizem a atual situação. Basta de usar a bandeira do Social, para se promover e ajudar pessoas e grupos políticos que apenas estão interessados no poder e gestão pessoal.

Pedimos a Deus nosso criador que dê capacidade e inteligência para que nossos representantes políticos comecem uma reestruturação geral na área social, com comprometimento de que nossa comunidade necessite.
Em 2010, o PHS – Partido Humanista da Solidariedade terá nas mãos um grande objetivo de ser exemplar nas mudanças que virão ao País.


FELIZ NATAL!                                           

Emanoel Messias Santos



Prêmio Nobel da Paz

Obama recebe Nobel e defende 'guerra justa' pela paz

Barack Obama recebe o Prêmio Nobel da Paz


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu "uma guerra justa" pela paz nesta quinta-feira, ao receber o Prêmio Nobel da Paz em Oslo, na Noruega.
Em seu discurso, o presidente americano afirmou que "não traz uma solução definitiva para os problemas da guerra" e citou outros ganhadores do prêmio.
"O que sei é que, para responder a estes desafios, precisaremos da mesma visão, trabalho duro e persistência daqueles homens e mulheres que agiram de forma tão ousada há décadas", disse Obama. "E será necessário que pensemos de uma nova maneira a respeito da ideia de guerra justa e os imperativos de uma paz justa."
"Devemos começar reconhecendo a dura verdade de que não vamos erradicar os conflitos violentos durante nossas vidas. Haverá ocasiões em que nações - agindo individualmente ou juntas - vão achar que o uso da força é não apenas necessário como também moralmente justificável", acrescentou.
Gandhi e King
Citando Martin Luther King, Obama afirmou ser a "testemunha viva da força moral da não violência". "Sei que não há nada de fraqueza, passividade, ingenuidade, nas crenças e nas vidas de Gandhi e King", disse o presidente americano.
"Mas, como chefe de Estado que se comprometeu em proteger e defender minha nação, não posso ser guiado apenas pelos exemplos deles. Encaro o mundo como ele é e não posso perder tempo frente às ameaças ao povo americano."
"Não se enganem: o mal existe no mundo. Um movimento de não violência não poderia ter parado os Exércitos de Hitler. Negociações não podem convencer os líderes da Al-Qaeda a depor suas armas. Afirmar que a força é necessária em algumas ocasiões não é um chamado para o cinismo, é um reconhecimento da história, das imperfeições do homem e dos limites da razão."
"Levanto este ponto pois, em muitos países, existe uma profunda ambivalência a respeito da ação militar atualmente, não importa a causa. Em alguns momentos, a isso se junta uma suspeita reflexiva em relação aos Estados Unidos, a única superpotência militar do mundo."
Em seu discurso de aceitação do prêmio, Obama reconheceu também que a questão mais profunda que cerca a polêmica entrega do prêmio é o fato de ele ser o "comandante de uma nação em meio a duas guerras", referindo-se aos conflitos no Iraque e no Afeganistão.
"Estamos em guerra e sou responsável pelo envio de milhares de jovens americanos para lutar em uma terra distante. Alguns vão matar. Alguns serão mortos. Então, venho aqui com a consciência do custo de um conflito armado - cheio de questões difíceis sobre a relação entre guerra e paz, e nosso esforço para substituir uma pela outra", afirmou.
Na semana passada, Obama anunciou o envio de mais 30 mil soldados para o Afeganistão.
Força necessária

Durante o discurso, o presidente americano também afirmou também que "os instrumentos de guerra têm um papel na preservação da paz".
"Mas esta verdade precisa coexistir com outra: que, não importa o quanto seja justificada, a guerra promete a tragédia humana", acrescentou.
"A coragem do soldado, e o sacrifício, é cheio de glória, expressa devoção ao país, a uma causa e aos companheiros nas armas. Mas a guerra em si nunca é gloriosa, e nunca devemos proclamá-la como tal."
Barack Obama e Michelle Obama em Oslo
Barack Obama compareceu à cerimônia com a primeira-dama, Michelle Obama
Para o presidente americano, parte do desafio é conciliar estas duas "verdades irreconciliáveis".
"Quando a força é necessária, temos interesse moral e estratégico em obedecer certas regras de conduta", completou Obama. "E mesmo enquanto enfrentamos um adversário cruel que não obedece a nenhuma regra, acredito que os Estados Unidos da América devem continuar como um exemplo na condução da guerra."
Exemplos
Em seu discurso de aceitação do prêmio, Obama também citou outros exemplos, incluindo a líder oposicionista pró-democracia birmanesa Aung San Suu Kyi e os manifestantes de oposição que tomaram as ruas do Irã depois da reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad em junho.
"Prestaremos nosso testemunho à dignidade calma de reformistas como Aung San Suu Kyi; à coragem dos zimbabuanos que votaram em meio a espancamentos, às centenas de milhares que marcharam silenciosamente pelas ruas do Irã", afirmou.
"Isso mostra que os líderes destes governos temem as aspirações de seu próprio povo mais do que o poder de qualquer outra nação. E é responsabilidade de todas as pessoas livres e nações livres deixar claro para estes movimentos que a esperança e a história está do lado deles."
Em uma entrevista coletiva antes da entrega do prêmio, Obama afirmou que outras pessoas merecem mais o Nobel da Paz do que ele e que a notícia do prêmio foi uma "surpresa".
O presidente americano foi agraciado com o prêmio em outubro, por seus "esforços extraordinários para reforçar a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos", segundo os organizadores da premiação.
Mas a decisão chegou a ser bastante criticada por analistas e outros líderes mundiais, que disseram ser inapropriado dar o prêmio ao chefe de uma nação que está envolvida em duas guerras, no Iraque e no Afeganistão.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Emanoel faz comentário no Blog do Vereador


Plano de Segurança, comentário para Bruno Ganem




Bom dia Vereador!
 A questão da segurança em Indaiatuba, não é tão difícil como muita gente pensa. Basta entender e mapear as ocorrências, colocando viaturas e homens (policiais) nos pontos mais críticos. O objetivo maior tem que ser a prevenção, e para prevenir  preparamos homens com conhecimento e estudo no local de maiores ocorrências, não deixando outras áreas encobertas. Ontem por exemplo, tinha duas viaturas dando segurança em frente de um supermercado. Será que o supermercado tem que ter maior segurança pública?   Fui Guarda Municipal e Fiz escola da Polícia Militar em São Paulo. Um grande abraço!

Secretario do PPS, envolvido em propina



Vídeo da propina no DF envolve secretário do PPS



A investigação do chamado "mensalão do DEM", no Distrito Federal, inclui um vídeo em que a diretora de uma empresa acusa o PPS de praticar chantagem e pedir propina para manter um contrato de R$ 19 milhões com a Secretaria de Saúde, comandada pelo deputado Augusto Carvalho, filiado ao partido. Parte do dinheiro, segundo o diálogo, teria sido destinada ao presidente da legenda, ex-deputado Roberto Freire (SP). O PPS anunciou ontem a saída da gestão do governador José Roberto Arruda (DEM), acusado de montar o esquema de corrupção que arrecadava propinas e distribuía o dinheiro entre secretários e deputados distritais da base aliada.
A declaração que compromete o partido foi feita pela diretora comercial da Uni Repro Serviços Tecnológicos Ltda, Nerci Soares Bussamra, em conversa com Durval Barbosa, então secretário de Relações Institucionais do governo e autor da gravação. No diálogo, ela afirma que Fernando Antunes, presidente do PPS-DF e subsecretário de Saúde, achacou a empresa por meio de uma auditoria nos contratos e pediu dinheiro para o PPS. Segundo ela, Antunes afirmou: "Eu só queria que vocês ajudassem o partido." A Uni Repro recebe R$ 1,6 milhão por mês para prestar serviços gráficos à pasta da Saúde.
No vídeo, Barbosa - demitido sexta-feira, após a revelação de que havia resolvido colaborar com a investigação da Polícia Federal - pergunta a Nerci: "Mas quem é que recebe o dinheiro?" Ela responde: "Ele mesmo. Ele e o irmão dele." Barbosa volta a indagar: "O Antunes?" E ela repete: "Ele e o irmão."
O então secretário de Relações Institucionais pergunta sobre quem faz o pagamento. "Eu e, às vezes, até o dono em São Paulo já fez, porque ele (Antunes) tem o partido lá, né?", diz Nerci. Logo depois, ela cita Freire. "Na última conversa que eu tive com ele (Antunes), ele pediu dinheiro para o partido dele, né, para ajudar o Freire em São Paulo e eu não disse não pra ele." Em outro vídeo, a empresária entrega uma sacola de loja de sapatos para Barbosa com maços de notas de R$ 100 e R$ 20. Após a contagem do dinheiro, ela deixa o local. Barbosa então se vira para a câmera de vídeo e mostra uma caixa com a dinheirama.
Fatura
Procurado, Antunes confirmou conhecer Nerci. "Encontrei com ela por duas ou três vezes na secretaria", disse. Mas negou a afirmação de que pediu dinheiro para ajudar o PPS e o presidente da legenda. "Não existe essa possibilidade. Desconhecemos isso. Está ficando evidente que o Durval tinha esse vídeo para mandar recados", afirmou. Segundo Antunes, a secretaria chegou a reduzir o valor do contrato com a Uni Repro. "Eu podia apertar e pedir dinheiro diminuindo a fatura?"
Freire afirmou que também desconhece o conteúdo das acusações. "Não tenho nada com isso. Não autorizei ninguém a usar meu nome para pedir dinheiro", reagiu o presidente do PPS. A reportagem ligou duas vezes para o celular de Carvalho, deixou recado, mas não teve resposta até fechamento da edição. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


    terça-feira, 17 de novembro de 2009

    Aumento de IPTU, uma vergonha!






    Aumento no IPTU dá a Kassab mais R$ 644 milhões em 2010

    Para conseguir mudança nos valores, Prefeitura precisa da aprovação de 28 vereadores até o fim deste ano
      Fonte: O Estado de S.Paulo



    SÃO PAULO - Aumentar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) paulistano em até 60% é a principal arma do prefeito Gilberto Kassab (DEM) para engordar o orçamento municipal de 2010 em R$ 1,15 bilhão. Desse total, R$ 644 milhões são fruto do reajuste da Planta Genérica de Valores (PGV), tabela usada pela Secretaria Municipal de Finanças para calcular o IPTU.

    O projeto de lei que deve ser entregue nesta terça-feira, 17, à Câmara Municipal prevê aumento de até 40% para casas e apartamentos e 60% para imóveis não-residenciais e, para entrar em vigor, precisa ser aprovado por 28 dos 55 vereadores antes do fim do ano.

    Os técnicos da secretaria dividiram a cidade em 53 áreas, identificando-as de acordo com a valorização imobiliária desde 2001, última vez em que a Prefeitura atualizou a PGV. Bairros do centro expandido como Vila Mariana, na zona sul, e Perdizes, na oeste, estão entre os mais valorizados - o que significa maior aumento do IPTU em 2010.

    Ontem, ao confirmar o envio da proposta à Câmara, Kassab disse que "a atualização da planta genérica é uma necessidade". "É uma questão de justiça tributária, até porque há pontos na cidade que tiveram investimentos expressivos do poder público", alegou o prefeito.

    Esse aumento do IPTU é a principal, mas não a única ferramenta de Kassab para ter em 2010 um orçamento que beira os R$ 30 bilhões. A previsão inicial de R$ 28,1 bilhões ganhou mais R$ 1,15 bilhão, segundo a Secretaria de Finanças.

    Além da maior receita obtida com o IPTU, Kassab estima ter mais R$ 200 milhões vindos de um novo programa de incentivo à quitação de dívidas municipais e outros R$ 300 milhões atribuídos à maior arrecadação de tributos como o Imposto sobre Serviços (ISS), ligado diretamente à retomada da atividade econômica, e o sobre Transmissão de Bens Intervivos (ITBI), cobrado dos compradores de imóveis.

    A previsão, segundo vereadores da oposição e da própria base governista, seria exageradamente otimista: em 2009, Kassab esperava ter disponíveis cerca de R$ 29 bilhões, mas a previsão é chegar ao fim do ano com cerca de R$ 24,5 bilhões.

    terça-feira, 10 de novembro de 2009

    Suplentes serão impedidos de assumir

    STF deve impedir posse de sete mil vereadores suplentes em SP


    Câmara Municipal de Indaiatuba-SP

    BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) deverá ratificar, na quarta-feira, uma decisão que impedirá a posse de aproximadamente sete mil suplentes de vereadores de São Paulo. De acordo com a decisão da ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, a posse destes suplentes será impedida tendo por base uma emenda constitucional que aumentou o número de vagas nas câmaras municipais retroativamente à eleição do ano passado.


    Na decisão, a ministra afirmou que a emenda mudou um processo eleitoral que já terminou, no caso, as eleições de 2008. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.


    De acordo com o jornal, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e também integrante do STF, Carlos Ayres Britto, afirmou, em setembro, que a emenda constitucional chegou tarde para vigorar na legislatura atual. Segundo Ayres Britto, o Tribunal já havia concluído em 2007 que a emenda só poderá ser aplicada se a sua aprovação ocorrer antes do processo eleitoral.


    Para o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a emenda constitucional interferiu em um processo eleitoral que já foi encerrado e essa alteração pode trazer à concorrência partidos que não obtiveram lugares anteriormente.


    Segundo o procurador, na ação fixada pelo STF no passado, foram fixados critérios para definir o número de vereadores nas câmaras municipais. O tribunal concluiu que o número de vereadores deve ser proporcional à população das cidades.

    segunda-feira, 2 de novembro de 2009

    DIA DE FINADOS, CASO CELSO DANIEL


    O caso Celso Daniel e Toninho ainda assombra 


    2 de novembro de 2009
    Se fosse só prefeito, Celso Daniel já teria brilho suficiente para figurar na constelação das estrelas nacionais do PT. Uma das maiores cidades do país, Santo André é a primeira letra do ABC, berço político de Lula e do partido. Mas em janeiro de 2002 ele já cruzara as fronteiras da administração municipal para coordenar a montagem do programa de governo do candidato à Presidência. Ocupava o mesmo cargo que transformaria Antônio Palocci em ministro da Fazenda quando foi seqüestrado numa esquina de São Paulo, torturado e assassinado a tiros.
    Foi um crime político, berraram em coro os Altos Companheiro já no momento em que o corpo foi encontrado numa estrada de terra perto da capital. A comissão de frente escalada pelo PT para o cortejo fúnebre, liderada por José Dirceu, Aloízio Mercadante e Luiz Eduardo Greenhalgh, caprichou no visual. O olhar colérico, os trajes de quem não tivera tempo nem cabeça para combinar o paletó com a gravata, o choro dos inconsoláveis, os cabelos cuidadosamente desalinhados - todos os detalhes da paisagem endossavam a discurseira.
    Até ali, sabia-se apenas o que tinha contado o empresário Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, ex-assessor de Celso Daniel. Segundo o relato, os dois voltavam do jantar no restaurante em São Paulo quando o carro (blindado) foi interceptado numa esquina por bandidos que, por motivos misteriosos, levaram só o prefeito e permitiram que a testemunha sobrevivesse. O depoimento de Sombra, que merecia ficar sob suspeição só pelo apelido, pareceu tão verossímil quando uma nevasca no Nordeste. Mas a comissão de frente não estava interessada em enxergar contradições no samba-enredo. Queria entrar logo na avenida e levantar a arquibancada no gogó.
    A letra decorada pelo PT garantia que Celso Daniel fora assassinado por motivos políticos. Dirceu e Mercadante lembraram que panfletos atribuídos a uma misteriosa organização ultradireitista haviam prometido a execução de dirigentes petistas. Greenhalgh informou que o presidente Fernando Henrique Cardoso não tomara as devidas providências. Animados com a indiferença do governo, como recitou o trio, os carrascos resolveram agir. Celso Daniel foi o primeiro.
    Em pouco tempo, a polícia paulista prendeu alguns prontuários ambulantes, que assumiram a autoria do assassinato. O governo tucano de Geraldo Alckmin deu o caso por encerrado. Estranhamente, o PT gostou do desfecho e passou a endossar a tese do crime comum. A família de Celso Daniel não concordou. O Ministério Público achou a conclusão apressada e seguiu investigando o caso. Logo emergiram evidências de que o crime tivera motivações políticas, sim. Só que os bandidos eram ligados ao próprio PT.
    Empresários da área de transportes e pelo menos um secretário municipal haviam forjado o embrião do que o Brasil contemplaria, em escala extraordinariamente ampliada, com as investigações em torno do mensalão. Praticando extorsões ou desviando dinheiro público, a quadrilha infiltrada na administração de Santo André supria campanhas do PT. Precisamente por isso, a turma que trocou preces por imprecações improcedentes no dia do enterro do prefeito tratou de impedir que as investigações avançassem.
    Acusado de mandante do crime, Sombra ficou preso entre dezembro de 2003 e junho de 2004. Em nenhum momento os chefes do PT se interessaram por apurar seu envolvimento no episódio. Ao contrário: sobram evidências de que todos trabalharam para enterrar a história o quanto antes, como comprovam as conversas telefônicas entre figurões do partido e amigos arrolados no grupo de suspeitos.
    Numa das gravações, Gilberto Carvalho, que pouco antes do crime fora escalado pelo PT para instalar-se na prefeitura de Santo André como uma espécie de interventor, conversa com Sombra. Já promovido a número 1 na relação dos possíveis mandantes, Sombra andava inquieto. Carvalho, hoje secretário do presidente da República, procura tranqüilizá-lo.
    “Marcamos às três horas na casa do José Dirceu”, informa. “Vamos conversar um pouco sobre nossa tática da semana, né? Porque nós temos que ir para a contra-ofensiva”. A voz de Sombra avisa que o suspeito gostou de saber da movimentação fraternal. “Vou falar com meus advogados amanhã”, diz. “Nossa idéia é colocar essa investigação sob suspeição”. Carvalho concorda com a manobra: “Acho que é um bom caminho”.
    Em outra conversa, a inquietação de Sombra fora berrada ao parceiro Klinger Oliveira Souza, secretário de Assuntos Municipais de Santo André. “Fala com o Gilberto aí, tem que armar alguma coisa!”, exalta-se. “Calma, calma”, recomenda Klinger. “Estou indo praí pra gente conversar”. Sombra continua irritado: “Eu tô calmo! Eu tô calmo! Só quero que as coisas sejam resolvidas”!
    Além do nervosismo de Sombra, causava preocupação à equipe de resgate o comportamento do médico João Francisco Daniel, irmão do assassinado. Ele estava convencido de que Celso se condenara à morte ao resolver desmontar a máquina de fazer dinheiro instalada nos porões da prefeitura. Extorquidas de empresas concessionárias de serviços públicos ou subtraídas de contratos superfaturados, as boladas financiavam campanhas eleitorais do PT paulista (e, como descobriria Celso, também a boa vida dos monitores do esquema corrupto).
    É provável que Celso tenha aprovado a institucionalização da gatunagem. Ao notar que fora longe demais, decidiu encerrar as patifarias, documentadas no dossiê que pretendia entregar a dirigentes do PT. Ele contara a história toda ao irmão. E João Francisco se transformou em testemunha de alto risco para os padrinhos de Sombra. Como neutralizar o homem-bomba?
    A interrogação anima a conversa entre Gilberto Carvalho e Greenhalgh. “Está chegando a hora de o João Francisco ir depor”, adverte o advogado do PT. “Antes do depoimento preciso falar com você para ele não destilar ressentimentos lá”. Gilberto se alarma com o perigo iminente. “Pelo amor de Deus, isso vai ser fundamental. Tem que preparar bem isso aí, cara, porque esse cara vai… Tudo bem”.
    Passados sete anos, Sombra continua por aí, os Altos Companheiros continuam bem de vida. Bruno José Daniel Filho, um dos irmãos de Celso Daniel, e sua mulher, Marilena Nakano, sobrevivem no exílio como refugiados políticos reconhecidos pelo governo francês, como mostra a reportagem publicada no dia 17 de outubro no jornal Zero Hora. Resolveram fugir depois da morte de oito testemunhas, todas em circunstâncias suspeitas.
    Uma das vítimas foi o legista que comprovou a inexistência de crime comum apoiado nas torturas evidentes sofridas pelo prefeito. “Lidamos com duas mortes. Uma foi a do Celso. A outra foi a morte simbólica de companheiros do PT”, disse Marilena ao repórter Gabriel Brust. Os familiares de Celso Daniel “foram usados em depoimentos na CPI dos Bingos”, escreve Luiz Eduardo Greenhalgh no segundo parágrafo da carta enviada à coluna como resposta ao texto “O primeiro andor da Interminável procissão de escândalos”. Submetido a mortes sucessivas por declarações desse gênero, Celso Daniel foi enterrado pelo PT há quase oito anos.
    O caso segue insepulto.

    Fonte: Coluna de AUGUSTO NUNES/REVISTA VEJA


    Emanoel Messias Santos disse:


    É uma vergonha! O mundo do crime dita as normas, a luta pelo poder não tem limites, são pessoas de vários partidos políticos que se interessam por montagem de cartéis, ” o certo vira errado e o errado se torna certo”; tudo para manter o poder nas mãos de alguns. O caso Celso Daniel como também o do Prefeito de Campinas, Toninho do PT, estão devidamente solucionados segundo a lei dos homens, porém sabemos que o medo de nossos dirigentes tanto políticos e Doutores da lei, ajudam com que no Brasil seja um exemplo de sinal de impunidade. Honestidade hoje se paga um preço muito caro, ” e um a um”, vão buscando a proteção divina, e vidas em outros paises.

    CARTA DO IRMÃO DE CELSO DANIEL,BRUNO

    Hoje, 16 de abril, Celso Daniel, meu irmão, estaria completando 58 anos de vida. Como todos sabem, foi seqüestrado, torturado e assassinado há mais de sete anos quando era prefeito de Santo André e coordenava a elaboração do programa de governo do então candidato à Presidência da República Luis Inácio Lula da Silva. Sérgio Gomes da Silva, que o acompanhava no momento do seqüestro, foi denunciado pelo Ministério Público como mandante desse crime. Foi preso por um pequeno período, mas responde em liberdade, após obter habeas corpus do Supremo Tribunal Federal, sob a alegação de que não representa perigo para a sociedade. Apesar de todas as evidências colhidas pelo MP que mostraram que o crime foi planejado e que há pelo menos um mandante, o Poder Judiciário ainda sequer decidiu se o julgamento deve ir a júri popular porque, segundo informações que obtivemos do MP, a última das testemunhas arroladas pela defesa de « Sombra » (conforme Sérgio é chamado pela imprensa e era conhecido nos meios petistas) ainda não foi ouvida, pois nunca é encontrada. Parece-nos que expedientes como esse e tantos outros são usados para que as tramitações legais se alonguem no tempo, de modo a tornar mais difícil sua solução.Inúmeros outros assassinatos que ganharam amplo espaço na imprensa já foram resolvidos ou a justiça já se posicionou quanto ao encaminhamento a ser dado. Como explicar que no « caso Isabella », de cinco anos, morta em 2008 ao cair do apartamento onde residia, seu pai e sua madrasta já tenham ido a júri popular e até hoje o processo de Celso segue sem essa decisão após mais de 7 anos ? Como explicar que o promotor Igor Ferreira, 3 anos após ter tirado a vida de sua esposa já tenha sido julgado e condenado e o caso de Celso segue ainda sem resposta da justiça ? Como explicar que no crime de que foi acusado o promotor Thales Ferri Schoedl a decisão final tenha sido tomada em menos de 4 anos e os indiciados pelo crime contra Celso ainda sequer tenham ido a júri popular ? Como explicar que o jornalista Pimenta Neves tenha sido condenado em primeira instância após 6 anos pela morte de sua namorada, a jornalista Sandra Gomide, e o assassinato de Celso ainda se encontra em fase de arguição de testemunhas pelo juiz? Poderíamos citar outros crimes, mas esses já são exemplares para afirmar : há algo de estranho que impede que o julgamento dos responsáveis por seu seqüestro, tortura e assassinato não seja solucionado. Quais são as razões dessa morosidade ? Quais são as pessoas e instituições que têm interesse no sentido de que nada seja resolvido ?

    História de Indaiatuba

    Breve relato sobre a história de Indaiatuba



    O início da ocupação de Indaiatuba, como ocorre em muitas outras cidades, é povoado de mistérios e suposições. Uma história bastante difundida é a da existência de um povoado perto da foz do córrego Barnabé, chamado Votura, que teria sido abandonado após uma epidemia de varíola, em meados do século XVIII. Outra história bastante divulgada diz respeito a uma capela em devoção a Nossa Senhora da Candelária, que teria sido criada e cuidada por José da Costa, também no século XVIII.
    É preciso dizer que essas duas histórias não têm nenhum registro nos textos do século XVIII sobre nosso povoado. Assim, não podemos considerá-las de fato como parte de nossa história, a não ser que surjam novos documentos que lancem luz sobre essas histórias. Infelizmente a história oral, para um período assim recuado no tempo, é de pouco ou nenhum auxílio. As pesquisas arqueológicas, que poderiam nos trazer novos dados sobre o local onde teria sido o povoado de Votura, ainda estão por serem feitas. Relataremos então, neste texto, apenas os fatos que se encontram de acordo com os documentos abrigados pelos diversos arquivos de São Paulo.
    O povoado de Indaiatuba foi primeiramente um dos bairros rurais da Vila de Itu, ponto de passagem de tropas nos caminhos para o sul e para as Minas de Cuiabá e Goiás. O arraial aparece como Indayatiba já nos registros do censo de 1768, com uma pequena população que vivia, sobretudo, de suas roças de milho e feijão. Esse arraial também é citado como Cocaes, por causa dos seus campos de palmeiras Indaiá.
    Casarão Pau Preto
    Nessa época o governo da Província de São Paulo implementou uma vigorosa política de incentivo à produção de açúcar para exportação, e Indaiatuba viu crescer o número de seus engenhos de tal modo que, por volta de 1850, já não havia aqui um só córrego com queda suficiente para mover uma roda d'água que não tivesse já a sua "fábrica de fazer açúcar". Em torno das fazendas de açúcar foram se fixando, desde o final do século XVIII, pessoas que viviam do comércio e da fabricação artesanal de produtos para os habitantes próximos. Mais tarde, na segunda metade do século XIX, o café substituiu o açúcar como principal produto de nossa agricultura de exportação.
    A história política de Indaiatuba inicia-se com a ereção de sua capela curada, através da doação de alguns imóveis feita à capela, por Pedro Gonçalves Meira, em 1813. Por esse gesto Pedro é considerado o fundador de nossa cidade. Ter sua capela curada possibilitou ao pequeno bairro ser o centro civil local, uma vez que, a partir daí, puderam ser feitos nessa igreja os batismos, casamentos e sepultamentos, tanto da população próxima como dos habitantes dos bairros rurais vizinhos. Um fato curioso é de que a primeira padroeira dessa capela foi Nossa Senhora da Conceição. Após a morte de Pedro, seu irmão Joaquim passou a cuidar dessa capela e, devoto de Nossa Senhora da Candelária, transformou-a em sua padroeira. Essa capela, ampliada e reformada, é a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Candelária. É uma das poucas igrejas construídas em taipa de pilão no interior de São Paulo ainda existentes, e um belo exemplo da arquitetura religiosa colonial paulista.
    Coleção História de Indaiatuba

    Em nove de dezembro de 1830 Indaiatuba tornou-se, por decreto do Imperador, sede de uma das Freguesias da Vila de Itu, englobando também os bairros de Itaici, Piraí, Mato Dentro e Buru. Em 1835 havia na sede da Freguesia, Indaiatuba, 142 habitantes, em Mato Dentro eram 454, em Itaici 625 e, em Pirahy, 805 habitantes. Sua elevação à condição de Vila ocorreu em 24 de março de 1859. Com esse novo estatuto Indaiatuba ganha autonomia política em relação a Itu, passando a ter sua própria Câmara de Vereadores. A Câmara é, desde o período colonial até o final do Império, responsável pelo poder político local no Brasil. A função de Prefeito só passará a existir a partir da República.
    Em torno da Matriz foram sendo construídas as residências urbanas dos fazendeiros da Freguesia, hoje já demolidas, e em redor as casas de comerciantes, artesãos e trabalhadores livres. Com o final do Império, as funções públicas da Igreja desapareceram, e a cidade passou a contar com dois centros: um religioso, no Largo da Matriz, e um civil, no Largo da Cadeia, atualmente chamado de praça Prudente de Moraes. Nele se instalaram a Câmara, a Prefeitura e a Cadeia, em um prédio no centro da praça, demolido em 1962.
    Em 1873 foram inauguradas as estações de trem de Itaici e Pimenta, pontos da ferrovia que ligava Jundiaí a Itu. A primeira estação de trem na cidade foi construída em 1880, com verba da comunidade. O prédio principal dessa estação, hoje Museu Ferroviário, foi inaugurado em 1911.


    No Largo da Matriz funcionou também o primeiro grupo escolar da cidade, no início do século XX. Esse Grupo passou a chamar-se Randolfo Moreira Fernandes, em 1932, e em 1937 ganhou um prédio especialmente construído para ele na praça Dom Pedro II, que hoje é sede da Secretaria da Cultura.
    A partir do final do século XIX Indaiatuba recebeu muitos imigrantes da Suíça, Alemanha, Itália, Espanha e, já no século XX, imigrantes do Japão. Esses homens e mulheres dedicaram-se principalmente à agricultura, mas também ao comércio, às oficinas e manufaturas. Com sua economia dividida entre a cultura de café e batata e algumas pequenas fábricas, a cidade cresceu pouco na primeira metade do século XX. Em 1950 havia 11.253 habitantes no município. Em 1964 eram 22.928. A partir daí o crescimento acelerou-se, baseado principalmente na expansão da indústria e de serviços. Em 1991 o censo registrou 92.700 pessoas, número que em 2000 saltou para 146.829, e continua crescendo.
    O projeto urbanístico da cidade inicia-se no século XIX, com um traçado quadriculado, feito "a cordel", conforme a tradição racionalista já implantada nas cidades portuguesas desde o século XVIII. esse traçado mantém-se no centro histórico da cidade até hoje. Nos anos sessenta do século XX implantou-se um plano diretor assinado por Jorge Wilheim, que guiou ordenadamente a expansão urbana até a década de oitenta. Então, com seu crescimento acelerado por grandes ondas de migração, o projeto encontrou seu limite.
    Nesse momento o arquiteto e urbanista Ruy Ohtake apresentou à cidade um projeto ousado, que propunha o traçado do Parque Ecológico como principal vetor urbanístico para o crescimento futuro da cidade. Este projeto, que irá nortear a expansão urbana de Indaiatuba até os dias atuais, ligou a cidade antiga, hoje na zona norte, à recém criada zona sul da cidade, conhecida como Morada do Sol, criando uma bela paisagem urbana e ampliando sobremaneira a qualidade de vida de toda a comunidade.
    Texto: Adriana Carvalho Koyama
    Fonte: Fundação Pró-Memória de Indaiatuba